quarta-feira, 30 de setembro de 2009

:: O vídeo tosco do Happy Hour


Olha, o máximo que deu pra fazer em relação ao Happy Hour foi isso: um videozinho bem chulé, gravado com celular e comentado pela Alice, que ficou toda orgulhosa da mamãe.


video

(como vocês podem ver, o vídeo não vale lá grandes coisas, mas Alice dizendo "mamãezinha! mamãezinha!" é algo que TINHA que ser compartilhado!)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

:: Mu-mu-mu-mulher, em mim tu fizeste um estrago...


ATUALIZADO


Um belo dia Alice acordou gaga.

Muito gaga, se atrapalhando horrores nas vogais, dizendo A-a-a-a-a-alice, aquela coisa toda. E eu não sei de onde veio isso, porque até então ela estava falando direitinho, daquele jeito atrapalhado e adorável das crianças de 2 anos, mas sem gaguejar. Nunca jamais. Foi de um dia pro outro, mesmo.

Pensamos em imitação, pensamos em ansiedade, pensamos em uma etapa normal do desenvolvimento da fala, naquela fase em que a mente é mais rápida que a boca e a criança não dá conta de articular o que já está pensado e repensado.

Aí perguntamos para a professora, e na escola ninguém gagueja.
Aí repassamos os dias, pensamos se houve algum evento que pode ter deixado a Alice nervosa, ansiosa, insegura, e nada de muito grave. Eu e ela dormimos na casa da avó porque o Carlos viajou por dois dias (mãe banana é meu segundo nome), mas ela ficou ótima, brincou, curtiu, enfim, não deu sinal nenhum de ansiedade.
Aí me resta pensar que é normal, apesar de eu nunca ter ouvido falar disso. Então jogo a pergunta:

Você, mãe, amiga e mulher, já viu isso acontecer? Conhece episódios de gagueiras transitórias, e sabe como lidar com isso?

Pela ajuda, obrigada.


Parece que essa gagueira infantil é normal, ufa! Vária mães comentaram que viram seus filhotes passar por uma fase gaga, e geralmente a coisa vai-se sozinha. A dica é não chamar atenção pro assunto. Não  corrigir, completar ou antecipar a frase, e nem demonstrar ansiedade, pois a criança percebe e fica ansiosa também. A Priscila indicou esse texto sobre o assunto.

Valeu, moças!


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

:: Sobre ontem à noite + reblogagem grávida


Ok, me vi na reprise do Happy Hour (pra quem não sabe: o tema era "A real da gravidez" e eu fui falar sobre o blog - via skype, que é o máximo que minha timidez permite). Não sei se estava nervosa, gaga ou vesga porque só consegui prestar atenção no ângulo infeliz e na minha garganta proeminente. Rolou um hipertireoidismo brabo ali, deus do céu! Amigas, NUNCA se filmem com a câmera abaixo do rosto que não favorece, tá? Fica a dica.

Gravei um trecho com o celular pras amigas internacionais, mas por um problema técnico de entalo de chip vai ter que ficar pra outra hora.

Ah, e a Isadora, que participou do programa (e é amiga da Paloma!), também tem um blog: graozinhodeareia.blogspot.com. Visitem!


Bom, aí fiquei pensando na real da gravidez e lembrei de um textinho antigo que ainda não passei pra cá que fala um pouco dessa fase. Foi escrito quando eu estava grávida de uns 2 ou 3 meses. É esse copiado aí embaixo (editei só um pouquinho, não resisti):


:: Apresento Pâmela, meu id grávido. 

É assim: o id serve basicamente pra levar a culpa por todas as coisas feias, impulsivas e patéticas que um ser humano faz.
Não sou eu, é o meu id. Saca? No caso de uma grávida, essas coisas são muitas, e então você dá um nome pro seu id, cria com ele uma relação de coleguismo e vocês vivem felizes em harmonia. Trate bem seu id, porque ele ainda vai ser muito útil pra livrar sua cara nas horas de aperto!

Por exemplo: É Pâmela, e não eu!, que assiste escondida aquele programa que mostra os partos mais pavorosos da história da medicina. É ela quem chora na frente da tv quando a criança nasce cabeça-de-cone. Ela fica mal-humorada sem razão aparente, destrata pessoas queridas, arrota, peida, exagera enjôos para causar pena. Ela tem ímpetos violentos, bestiais, quase psicopatas. Ela come pacotes inteiros de baconzitos. Ela faz a louca e põe a culpa nos hormônios. E faz tudo isso com cara de Virgem Maria, a cínica. E o melhor é que ninguém ousa falar um ai, porque ela tá grávida e todo mundo sabe que as grávidas são seres de luz e podem tudo, TUDO nessa vida.

Ter Pâmela ao meu lado é libertador e me torna uma pessoa melhor. Super recomendo. Pobre de quem não tem um id grávido e insandecido pra chamar de seu.



ps: pra dar uma animadinha nas barrigudas recém-chegadas a este blog, aqui tem uma abordagem mais luxo e riqueza da coisa...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

:: "Ó mamãe no tevsón, ti lindja!"


Foi com essa frase que Alice veio me dar um agarro quando acabou minha minúscula e nervosééésima aparição no Happy Hour do GNT agora há pouco.

Eu tenho um problema sério de timidez patológica. O que para pessoas normais é relativamente tranquilo pra mim é uma provação. Fobia mesmo, um negócio violento, que vem com pânico, brancos, gagueira e palpitações. Mas apareceu o convite, conheço a produtora desde que ela era desse tamaninho, achei que seria uma divulgação boa e me obriguei a topar: mulé, toma um pileque de florais de bach e vai!

Pois tomei (mesmo! haha) e fui. Com medinho do efeito Vanusa, é verdade, mas concluí que Vanusa on drugs é mais ou menos o equivalente a Mariana de cara limpa, e vice versa. Ou seja: sob pressão eu canto o hino errado mesmo se estiver sóbria, mas alteradinha tenho alguma chance de relaxar e acertar. Deu pra entender?

Não sei bem como foi, mas pelo menos não tive um ataque de pânico, choro, desmaio ou algo incontrolável do tipo. Nivão me ligou pra dizer que eu parecia calminha, o que já achei um super lucro.

Enfim, o fato é que como ainda estou sob efeito de essências florais alcoóliquinhas e numa relax numa tranquila numa boa, vou aproveitar pra dar um tiro no pé e dizer que o Happy Hour tem reprise hj às 2h e amanhã às 12h30. Eu sou a maluca que entra via skype lá pela metado do programa e comete a indelicadeza de corrigir o apresentador (god!)

(Cabia fazer um parágrafo sobre a superação do medo e a satisfação pessoal enorme decorrente disso, mas, veja bem, foi mais ou menos o que eu acabei de dizer nesse parágrafo. Né?)


terça-feira, 22 de setembro de 2009

:: Ciúme de você



A primeira vez que eu ouvi falar da tal escola online, achei a coisa mais assustadora do mundo. Ter câmeras pra vigiar o filho na escola é coisa de gente doida e mal resolvida, certo?


Pois é. E eis que agora Alice vai à escola e, juro, eu morreria pra espiar full time o que ela anda aprontando por lá. Não tem nada a ver com vigiar o filho no sentido urubuzento e desconfiado da coisa, e sim com não querer perder nada nada nada da vidinha dela.


Porque Alice agora chega em casa dizendo palavras que nunca disse antes, ou cantando bonitinho, ou contando que a "tia Banessa" faltou, ou declarando amizade eterna pra uma certa "miguinha Calóu", que, oi?, eu nem sei que é, eu, a própria mãe! Eu me acabo. Sério. Mal acredito que estou deixando de ver tanta coisa acontecer com ela.


C-i-ú-m-e. Acreditam? Estou morrendo de ciúme da escola! Não é das pessoas, atenção. É da escola mesmo, enquanto entidade, sabe? "A Escola". A escola é um mundo enorme que se abriu diante dos olhos da minha filha, e eu não estou lá pra olhar junto com ela. Isso não se faz com uma mãe, pô!


Lembrei desse texto do Galeano:


A função da Arte

Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: - Me ajuda a olhar!

(Eduardo Galeano, "O Livro dos Abraços")




(Parênteses: O Livro dos Abraços é fabuloso e merece desesperadamente ser lido. Fecha parênteses.)


É isso. Eu quero ajudar Alice a olhar. Já que não posso, quero olhar Alice olhando, pode ser? Quero câmeras na escola sim! E microfones, muitos microfones, porque Alice falando é um desbunde de fofice, com sua linguinha presa e seus artigos trocados. Quem falou que eu não sou doida e mal resolvida, afinal? Escola online djá!


(Mentira, claro. Eu vou é fingir alguma sanidade e aguentar firme a ciumeira até a pequena voltar pra casa todo dia. Ser uma mãe psicologicamente saudável é mais difícil do que eu pensava...)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

:: Reblogando, A Missão


(texto de julho de 2007 - eu estava grávida de 8 meses)


:: Infantil, eu?

Então eu fui com mamãe conhecer o mundo encantado dos bebês, também conhecido como Alô Bebê. De bombinha de nariz a berço, eles têm TUDO o que você precisa – e o que não precisa, como é o caso da própria bombinha de nariz.

O mundo encantado dos bebês é bastante divertido, mas tem uma particularidade irritante: divide o mundo em rosa e azul. Se você não souber o sexo do bebê eles te permitem arriscar um amarelinho, um verde clarinho, no máximo um branco (que é polêmico por ser clean demais, e por alguma razão desconhecida as pessoas preferem um bebê empetecado a um bebê clean. Hello?? Menos é mais, minha gente!). Se você sabe o sexo, é praticamente obrigada a levar paninhos azuis ou rosas, sob pena de ser olhada com olhos horrorizados pelas vendedoras e pelas outras mamães que estão no local.

Alice, até segunda ordem, é menina, portanto estávamos sendo arrastadas para o lado rosa da Força. Medo!

(Cabe aqui abrir parênteses para esclarecer que eu adoro rosa. Sério mesmo. Depois de uma infância completamente machinha – entrarei nessa questão num outro post, porque ela explica muito sobre mim – eu descobri, melhor ainda, eu me permiti o rosa. Não se trata portanto de uma questão de cor, e sim de uma questão de princípios: não me parece correto o mundo obrigar minha filha a usar cor-de-rosa. Simples assim. Ok? Fecha parênteses.)

Pra piorar, o rosa vem acompanhado pelos seguintes (e apenas eles) temas infantis: bonecas de trancinhas, bichinhos peludinhos, flores, no máximo borboletas. So boring. Achei aquilo irritante e então, depois de muito ponderar, decidi que só me restava fazer a chata - por quê não?

Então a moça veio me atender e: 

Eu adoro azul! (mentira) - e pedi pra ver o enxoval “dos meninos”. Mas só tem azul bebê? (voz de decepção.) Não, tem amarelinho, e verdinho, e branquinho. E a moça traz opções, muitas opções. Não sei, não sei... escuta, não tem nada mais adulto, não? Não, óbvio. Achei que a vendedora ia me mandar atravessar a rua e procurar meu enxoval “adulto” nas Lojas Marisa, mas ela permaneceu fina até o fim. Que pena... então deixa eu ver os bichinhos. E lá vem a fauna. Ursinho. Não.Cachorrinho. Não. Coelhinho. Não. Vem cá, todos os bichinhos são assim, fofos? Por que isso?

Foi divertido por uns minutos, confesso. Mas aí começou a ficar tarde, a barriga pesou, minha mãe queria morrer de vergonha, e nada de achar qualquer coisa que estivesse dentro das minhas exigências de pessoa chata. Eu precisava comprar alguma coisa, era o mínimo que eu devia à vendedora, tão solícita e simpática. Por outro lado, não queria sair da personagem, entende? É gostoso, é refrescante e é terapêutico ser uma víbora de vez em quando. Sobretudo na gravidez, quando ninguém briga com a gente.

E aí? Como comprar na Alô Bebê mantendo-se fiel ao postulado “sem cores pastéis, sem delicadeza, sem fofices de qualquer tipo”?

E aí que eu voltei pra casa com a toalha de lesminha e o macacão marrom-cocô.

Céus!

Pelo menos foi uma pechincha. A economia de hoje é a terapia infantil de amanhã.

Mal aí, Alice...


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

:: A de aurelia pichoun


Naquele primeiro post sobre lancheiras, Pris Lopes deu a dica das maletinhas da A de aurelia pichoun. Não coloquei na compilação por não serem lancheiras e sim kits de cozinha para crianças, mas achei tão legal que o assunto merece um post à parte. Até porque a Alice ganhou uns aventais de lá (valeu, Riti!) e amou!

Aurelia é uma francesa que faz umas coisas lindas. São kits de cozinha, jardinagem, aventais, sacolas. Tudo escrito a mão em português e francês. Uma coisa. Vale muito conhecer o trabalho dela. Não consegui saber onde as coisas estão à venda, mas achei o contato aqui.



* Todas as fotos foram tiradas do blog dela, que está linkado lá em cima.



terça-feira, 15 de setembro de 2009

:: eu me rendo


Pronto, fiz um twitter, ainda que eu não saiba exatamente pra que ele serve.

Sigam-me se puderem, pessoas! twitter.com/peqguiapratico

(Agora, 140 toques é sacanagem, hein, seu twitter? E a pessoa que é verborrágica e divagadora e falastrona, comofas/???)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

:: Alice, a rainha do carandiru


Daí que meu pai veio me contar a última novidade da neta:

- Vovô, beija minha bunda!


Eu queria muito saber de onde vêm certas coisas...


Rita Cadillac? Kiss my ass!


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

:: FICI


Então hoje começou o Festival Internacional de Cinema Infantil aqui em São Paulo. Dei uma espiada rápida na programação e de cara já vi que vai passar "As aventuras de Azur e Asmar", desenho incrível do Michel Ocelot. Ele é o cara que fez os desenhos do Kiriku, e o Kiriku é dos meus personagens favorito da vida - e inclusive houve um treino intensivo aqui em casa pra Alice aprender a rebolar feito ele, empinando aquela bundinha micra. Quem melhor rebola à moda do Kiriku é o meu irmão, mas Alice há de chegar lá e arrasar no remelexo. Enfim, citei esse filme porque tenho uma relação afetuosa com ele, mas vai ter um bocado de outros filmes, um monte de crianças juntas e um monte de mães blogueiras se (re)conhecendo, o que vai ser legal à beça. 

(Arrisco até terminar esse post com "até amanhã", porque acho que vai ter um monte de carinhas conhecidas na abertura...)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

:: Um pequeno inventário de lancheiras


Sim, existe vida lancheiral além das princesas da Disney e afins!

O post anterior recebeu um monte de dicas de lancheiras (e mochilas) bacanas. Selecionei algumas para ilustrar, mas quem quiser pode ir nos comments pra ver mais (tentei passar tudo pra cá mas estava ficando enorme e confuso. Sou uma péssima editora).






De lambuja, umas mochilas diferentes: 


(pirei nas maletinhas de lá e mandei um recado sugerindo lancheiras no mesmo estilo. Priscila respondeu que está procurando o revestimento térmico para fazer lancheiras e malinhas de piquenique. Vou pedir pra ela avisar se der certo, e aí coloco aqui.) 


Acho que todas as lancheiras são térmicas, menos a de Charlie & Lola (que mesmo sendo de personagens mereceu entrar aqui por ser linda e diferente. Eu usaria pra guardar maquiagem fácil...). A da Crocodile Creek eu não tenho certeza, quem se interessar é bom checar direitinho. (Em tempo: eu ando meio obsessiva com essa questão do revestimento térmico, o que talvez seja bobagem visto que passei a infância inteira carregando lanche em lancheiras de plástico e tô aqui vivona. Mas como vi que agora muitas lancheiras são térmicas, estou um pouco resistente a usar uma que não seja. Ser mãe me deixou um pouco fresca, fazer o quê?)


A parte chata: muitas das coisas estão em sites gringos e não sei se são entregues aqui. A amazon.com eu sei que não entrega - tentei comprar e não rolou. De qualquer maneira, ficam aí como possibilidades pra quem mora fora, ou tem quem traga, ou simplesmente pra inspirar o povo fazedor de lancheiras do Brasil. 


Ficou de fora a Plastik, loja de toy art que a Re citou. Eles tem umas lancheiras daquelas quadradinhas, de lata, assinadas por artistas. São bem caras, então a proposta não é exatamente usá-las como lancheirinha de escola. Em todo caso, fica aí registrado, pra quem quiser e puder...)


E por fim, temos o bom e velho "faça você mesmo", sugerido por algumas meninas. Exemplo: As lancheiras tradicionais, aquelas de plástico, são decoradas com adesivos. Basta tirar e decorar como quiser - inclusive colando outros adesivos, coisa simplérrima. Não requer prática e nem tampouco habilidade! 
A Marilyn também se ofereceu pra fazer lancheiras personalizadas, basta entrar em contato com ela.

Muito obrigada a todas as meninas que mandaram dicas!

***

A Luciana levantou outra questão: e o que está dentro da lancheira? Ela pede dicas pra variar o lanche nosso de cada dia. Eu não posso ajudar muito porque só faz uma semana que preparo os tais lanches e Alice ainda não teve tempo de enjoar de nada, então passo a bola: e aí mamães, o que vai na lancheira do seu filhote?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

:: Hora da lancheira, que hora tão feliz?


Mammas estilosas desse meu Brasil, socorram-me!

Existe no planeta Terra uma lancheira que não seja cor de rosa e estampada com a cara da Minnie, ou da Hello Kitty, ou da Ariel, ou da Hanna Montana, ou das Bratz, etc. etc. etc.?

Em outras palavras: tem como sair do óbvio "figurinhas do mundo infantil", ou estamos fadadas a divulgar personagens sempre que nosso pimpolho for fazer um lanchinho na escola?

Será possível que ninguém, nunca, never-ever, tenha tido a idéia de fazer uma lancheira bonita e CRIATIVA???

Quem souber POR FAVOR compartilhe essa informação preciosa com a gente, tá? 


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