terça-feira, 13 de setembro de 2011

:: Relato de parto - Lucas


Pronto, eis o relato do nascimento do Lu. Com um ano e um mês de atraso... (e finalizado finalmente a pedido da Renatinha - tá segurando a mocinha aí, dona Rê?)


*AVISO:

MAY CONTAIN NUTS PALAVRAS DE BAIXO CALÃO*


(Marido acabou de me perguntar: "Legal, foi a Dercy que escreveu?", HAHAHAHA! Gente, ó: assim como mulher parindo fala palavrão, mulher lembrando do parto também fala, tá? Eu já editei, tirei alguns, deixei só o estritamente necessário, sem o qual a devida carga dramática não seria atingida. Pela sua compreensão, obrigada.)


Tudo começou numa noite de sexta, dia 29 de julho de 2010. Eu estava com 38 semanas e 5 dias. Comecei a sentir contrações bem frequentes, mas irregulares e fracas. Então me praparei pra parir sábado, domingo, segunda... e nada. Mais uma lição aprendida: o pródromo – início do trabalho de parto – pode durar dias. Ó, quem diria? E assim, entre contrações infinitas, indolores e improdutivas, fomos até a madrugada de quinta, dia 5/08.

Senti uma contração mais forte às 0h43. Fui fazer xixi e notei um sanguinho. Hum. Deitei, esperei um tico e pluft!, a bolsa rompeu às 0h45. Água, água, água. Banho rápido, pegar a mala e bora parir, Mariana! (Alice estava dormindo, e a gente já tinha um esquema pronto para o caso de ter que sair de madrugada: minha mãe viria pra casa para ficar com ela e de manhã a levaria na maternidade.)

Lá fomos nós.

(Pergunta: como uma fêmea lida com essa questão da água? Não há modess que resolva, gents! É um bo-ca-do de água vindo de tempos em tempos. Por sorte eu tinha cá comigo um pacote daquele absorvente-fraldão que se usa no pós-parto, que ganhei da minha cunhada. Não fossem os fraldões, eu e o carro teríamos chegado encharcados no hospital. Sem fraldão, comofaz?)

Chegamos na triagem perto das 2h: 2 pra 3 dedos de dilatação. Achei uma beleza, pois estava tendo contrações regulares há menos de duas horas (no parto da Alice foram nove até eu chegar nos 2 dedos).

Conseguimos a sala de parto humanizado - que é sala de parto e quarto ao mesmo tempo, tanto que me entoque ali, pari e só fui sair dias depois. Era um quarto espaçoso, com banheira, controle de luz e livre acesso para as visitas, como eu queria. Tentei dormir, mas não deu. As contrações estavam mais freqüentes e fortes, embora a dor fosse bem tranquila. Então fui andar pelos corredores e fazer exercícios na bola de pilates até a hora de acontecer alguma coisa.

Lá pelas 6h chegou meu obstetra. Toque: 4 dedos e colo alto e duro, o bebê lááá em cima. Saco. Ele recomendou ocitocina, pra acelerar. Olha, eu cheguei ali super “não interventiva”, querendo deixar rolar naturalmente, me programando pra segurar a anestesia ao máximo, aquela coisa toda. Mas confesso que na hora me bateu uma agonia de ficar ali esperando sei lá quantas horas o diacho do colo amolecer, considerando que eu:

a) estava com a bolsa rompida há algumas horas;

b) eram quase 7h da manhã, eu não tinha dormido picas e nem iria pelo próximo mês, no mínimo;

c) tive a mesma demora louca no primeiro parto.

Ok, ocitocina na veia, sem crise. Vamos em frente.

Chegou o anestesista, expliquei o que eu queria: uma anestesia leve, pra aliviar a dor sem imobilizar as pernas. E eu queria tomar só se a dor estivesse bem pesada, caso contrario dispensaria – gente, que orgulho falar isso em voz alta! Feita a pose de durona, eles saíram e fui pra banheira, ê delícia!

Banheira nessa hora é um espetáculo. Relaxante, quentinha e com um jato forte massageando a lomba - tudo o que eu queria naquela hora. Fiquei ali largadona um tempão. Esse parto vai ser baba, fichinha, mamão com açúcar, pensei com meus botões.

Foi ter esse singelo pensamento, e começou a doer PARA CARALEO.

Nesse ponto, as contrações vinham de 4 em 4 minutos e duravam uns 30 segundos. Vinham cada vez mais fortes e doloridas. Ok, se a dor vai ser por aí, nem fo-den-do. Que mané parto natureba nada, essa gente é looooouca, chamem o anestesista djá! Lá se foi minha coragem. Mas pelo menos eu consegui ter noção da dor, coisa que não tive no primeiro parto, pois pedi anestesia muito cedo. Vivi um pouco da experiência de ficar maluca de dor, não curti, muito obrigada, passo. Isso me fez ficar mais tranqüila com a minha decisão, em vez de ficar naquele “será que dava?” indefinido. Não, não dava. Sem crise (crise é uma escolha, né não? Eu acho.). Vamos em frente.

Saí da banheira e voltei para a bola. Rebola, pula, faz balancinho... nada de aliviar a dor. Anda. Senta. Procura posição. Cadê o anestesista, caceta???

O engraçadinho estava tomando um cafezinho sabe-se lá onde, e demorou uns 40 minutos pra chegar. Longuíssimos e desagradabilíssimos 40 minutos, diga-se de passagem. Doía muito, e não era nas costas, como eu esperava. Era na frente, provavelmente no colo do útero, que não cedia. Agarrei a mão do Carlos e apertei tanto, coitado. Aos maridos, a lição: nunca dêem a mão útil, prefiram sempre a canhota, porque nunca se sabe.

Novo toque: 6 cm de dilatação e colo ainda alto. Finalmente o anestesista apareceu. Nesse ponto eu suava de dor, sentia as costas pingando, ofendia geral, ria, resmungava, eu estava meio encapetada. A anestesia foi mais chatinha dessa vez porque a cada contração ele tinha que parar. E eu lá, suando & xingando, haha! Uma verdadeira lady. Mas sem crise: mulher parindo pode xingar, está no estatuto. Vamos em frente.

Quando a anestesia pegou foi aquela alegria. E aí eu vou ter que fazer justiça: eu amo anestesia. Se ainda tinha algumas dúvidas, ali, naquela hora, eu fiz as pazes com ela de vez. Porque ela me trouxe de volta o prazer do parto. Com a dor não tava legal, tava péssimo. Eu só queria que aquilo acabasse de uma vez – não era essa a lembrança que eu queria guardar, pô! Anestesia dada, eu pude curtir o momento.

** Alô leitor, estou dizendo que parto com anestesia é melhor? NÃÃÃO! Estou dizendo que EU preferi assim, pois EU sou uma bundona que não guenta, não topa, não quer sentir dor. Sigo pagando um pau federal para as bravas parideiras que enfrentam dor e medo em nome de um parto sem intervenção, que é INDISCUTIVELMENTE mais saudável. A questão é: eu banquei os riscos e malefícios da anestesia (pequenos, a meu ver) pelo conforto (absolutamente ENORME) que a anestesia me trouxe. Foi uma decisão egoísta? Sim. Pensei em mim mais do que no Lucas? Sim. Na balança do custo-benefício, achei que valeu a pena? Sim. Sou uma vaca? Hum, dúvidas... mas acho que não (até porque uma vaca teria o bezerrinho dela sem anestesia, certeza... hoho!). Enfim: o bebê é importante, mas eu também sou. Guardem as pedras até eu desenvolver esse raciocínio, porque ele é longo e vai ficar pra outro post, tá? **

A dose foi perfeita dessa vez: aliviou bem a dor mas não me "tirou" as pernas. Eu sentia, mexia, percebia as contrações e a pressão da descida do Lucas. Com isso fique bem mais conectada dessa vez, bem mais presente.

(No parto da Alice eu cometi dois erros crassos: pesei a mão na anestesia e fiquei focada em bobagens, tipo trilha sonora ou medo de fazer cocô. Então pluft!, pari Alice e eu mal me dei conta, concentrada que estava na música que tinha que ser perfeita. Fui idiota, perdi o momento total. Big mistake. Dessa vez resolvi focar no parto e nada mais, dane-se musiquinha e big dane-se cocô!)

Como o colo seguia alto a ordem era empurrar. Em geral isso só ocorre com dilatação completa, mas nesse caso empurrar faria a cabeça do Lucas forçar o colo pra baixo. Então eu fazia força junto com as contrações.

Lá pelas 8h30 minha mãe chegou trazendo a Alice. Mamãe aflita saiu da sala, mas Lili ficou, interessadíssima no processo (após um susto inicial: “pela xoxota???” Hahaha!). Senti com os dedos a cabecinha do Lucas coroando, e pude vê-la por um espelhinho de bolsa – moças, não esqueçam o espelhinho, sério, a visão é incrível! Eu estava super conectada, focada em cada contração, cafunezando o menino embutido nos intervalos (não imaginem a cena). Estava calma, presente, sem dor, sem ligar pra cocô, com Carlos e Alice ao meu lado, numa relax numa traquila numa boa. Parto delícia, tudo lindo.

Não foi feita episiotomia dessa vez, e tive uma laceração grau 1 (leve, que não chegou no músculo). Sinceramente? Com episio, com laceração, pra mim foi tudo a mesma merda. Os pontos doeram um bocado e atrapalharam minha vida por umas semanas. Depois passou. Eu devo ser mesmo bem fresquinha, porque tem muita gente que não sofre muito com esses pontos, mas pra mim é sempre a pior parte, de longe.

Luquinhas deu as caras às 10h45. Nasceu com 3,250kg, 49cm, apgar 10/10.

Veio direto para o meu colo, com a cara de bravo que lhe era peculiar. Diante do seu olhar emputecido, eu dei risada. Sei que é um momento sublime, transcendental, talvez eu devesse ter chorado de alegria ou me comovido ou entoado um mantra feito a Gisele, mas sei lá, quando um neném recém-nascido olha pra mãe que lhe pariu muito puto da vida é engraçado, vai? Ele ficou dengando ali no meu colo, ainda com o cordão, que só foi cortado depois de parar de pulsar. Saiu para os procedimentos de praxe - pesagem, limpezinha rápida, colírio, etc - voltou e se atracou no meu peito por 1 hora direto. Lá nas partes baixas toda uma ação se seguiu – expulsão da placenta, pontos e tal - mas eu nem tomei conhecimento, tão besta que estava com Luquinhas no colo. Também não percebi quando a sala foi sendo rearrumada para virar quarto, e logo as gentes queridas foram chegando para conhecer o pequeno.



Alice, no colo do pai, acompanhou tudo. Conversei com ela durante o processo, Carlos mostrava e explicava o que estava acontecendo, e a calma dele a deixou segura o tempo todo. Ela curtiu, não me pareceu impressionada em nenhum momento. Crianças têm essas saídas espertas para lidar com as coisas que não entendem, e a dela, pra processar aquele sangue todo, foi o famoso “ele nasceu com catchup na cabeça!”. Fico muito feliz que ela tenha participado, e acho que foi bem importante para ela também. Na escola vieram me perguntar se era verdade que ela tinha assistido ao parto, pois quando contou os adultos ficaram em dúvida se ela tinha mesmo visto ou só estava repetindo algo que ouviu. As reações são engraçadas, meio exageradas, como se fosse um grande absurdo. A gente não chegou a refletir muito sobre isso, não planejou nada - ela simplesmente chegou, foi pro colo do Carlos e viu tudo. Mas acho que foi o certo. Ela foi incluída em um momento decisivo da nossa família. E acho que vai crescer achando parto algo natural, e sem o medo que eu tive - desde sempre - de parir.


64 comentários:

  1. Adorei o relato! Amo ler relatos de parto!! Onde foi o seu hospital, q deixaram a Alice assistir??? Queria q a Lilla tivesse a oportunidade tb, qd eu encomendar mais um!

    ah, se quiser ler, meu relato ta aqui: opartodalilla.blogspot.com

    bjs!!

    ResponderExcluir
  2. Eu bem que queria ter lido esse relato há um ano, 1 mês antes da Duda nascer! Decidi pelo parto normal, mas nunca pensei que seria sem anestesia alguma... Pra você ter uma idéia, a Duda nasceu 45 minutos depois que sai de casa. Eu já estava com dilatação total e não tinha mais tempo para nada! Senti todas as dores loucas que você disse - de 5 em 5 minutos e cada vez mais fortes... foi uma dor daquelas. Mas decidi uma coisa: no próximo, com anestesia (tenho que chegar cedo na maternidade ;). Beijos, Juliana. http://milagredagravidez.blogspot.com/2010/10/e-o-milagre-se-transforma-em-nascimento.html

    ResponderExcluir
  3. Mari, desde sempre eu achei o MÁXIMO a Alice ter participado do seu parto! E que bom que vc ficou calma, com ela ao lado.
    Sobre a dor, a sua deve ter sido das piores, porque a ocitocina sintética, dizem, causa dores muito maiores que as das contrações naturais.
    Eu senti a dor dos finalmentes, aos 10 cm de dilatação (no final, não houve toque para verificar, mas obstetra e doula garantem que, pelas minhas caras e meus urros - e vontade de fazer cocô -, já estava em 10), mas não pari (Clarice estava transversa), e, apesar de saber que a dor é enorme, eu não acho que estrague o momento - até porque elas passam logo em seguida ao parto, né? Mas entendo e respeito a sua opinião, claro!
    Talvez, com estas dores que vc sentiu, vc não conseguisse manter a calma e a sua filha ao lado.
    E cada gravidez, cada parto e cada filho ensina coisas novas para a gente, né? Adoro isso!
    Beijos

    ResponderExcluir
  4. Gostei muito do relato, e vou opinar sobre a anestesia. Opinião de quem ainda não é mãe e ainda vai demorar. Eu pretendo não tomar anestesia, mas é uma escolha pessoal. E acho que tem um lado que sem a anestesia o parto é mais natural, etc. Mas será que pro Lucas era melhor a mãe tranquilona pra recebê-lo, com uma anestesia fraca, ou uma mãe morrendo de dor, e fixada na dor, só pra ter um parto mais natural? Sinceramente, acho que foi muito mais saudável pro Lucas uma mãe com um pouco de anestesia, que pôde ficar mais tranquila e presente pra recebê-lo.

    ResponderExcluir
  5. Mari, sempre que me lembro de você penso no relato (que demorou rs) e de Alice ter assistido. Achei incrível. E com certeza fará com que ela enxergue o parto de maneira natural. Eu também tinha muito medo de parir. Desde "pequena".
    Adoro sua sinceridade e transparência.

    Um beijo!

    ResponderExcluir
  6. Adorei! E mais ainda o fato de Alice assistir!
    Dizem que as contrações induzidas são 10 milhões de vezes piores do que as normais.
    Beijos

    ResponderExcluir
  7. Que bacana a Alice junto!! Gente! Meu sonho era ter grana para engravidar de um terceiro, me preparar maravilhosamente durante a gestação (exercícios, massagens e afins - engordar quase nada), ter um parto humanizado ou o mais próximo disso possível (pq como é caro!!!) e ter um VBAC2 com minhas filhas assistindo!

    Sonhei alto demais????

    ResponderExcluir
  8. foi o relato mais bem contado que já li, adorei!!! e olha vc é muito corajosa sim, so de optar por parto normal de cara e ainda pensar em não usar anestesia... Parabéns, o lucas é lindo!!!

    ResponderExcluir
  9. Onde compra um parto igual? Será que tem pro meu tamanho?
    =P
    Adorei o relato e espero que eu tenha metade da sua calma quando chegar minha vez.
    beijos e parabéns

    ResponderExcluir
  10. Adorei o relato, adorei a Alice ter participado...
    Parabéns por ter tentado ter sem anestesia, mas cada um sabe do seu limite, né?!

    Meu filho nasceu de parto natural domiciliar.
    Tem o relato no meu blog aqui:
    http://mamae-moderna.blogspot.com/p/davi.html

    Bjocas!

    ResponderExcluir
  11. Amei! Engracadissimo!! Mas , desculpe, nao deu pra nao imaginar a cena!!! Coincidentemente postei sobre o parto da Duda hj tb.. com mais atraso q o seu (2anos). Olhando seu post acho q poderia ter pedido uma dose menor da anestesia, pois nem a contracao eu sentia para poder fazer forca. Acho q fui mal orientada nesse sentido.. fica um toque para um próximo... Q? quem falou em próximo??

    ResponderExcluir
  12. Ai, adorei tudo.
    A filhota assistindo tudo, a conclusao de que filho sai mesmo pela "xoxota", a mao do marido em frangalhos.
    E mesmo que eu tente, com todas as minhas forcas, simplesmente nao consigo nao pensar e visualizar o que seria uma mulher naquela situacao toda, fazendo cafune na cabeca coroada dos seus.
    Certeza que este sera o pensamento do dia.
    Besotes

    ResponderExcluir
  13. Adoro relatos de parto!
    E quando eu encomendar o segundo filho, quero que minha Alice assista e cresça sabendo que aquilo é natural.

    Tem fotos pouco comprometedoras dos primeiros momentos em família??

    Beijos!

    Rapha, mãe da Alice

    Filhote de Humano

    Maternar Consciente

    ResponderExcluir
  14. taí uma das minhas: parto normal COM anestesia sim, por favor. NO meu primeiro parto fui anestesiada (epidural) com 6cm; tava doendo, e depois da anestesia, alegria total! No segundo parto, eu dilatei muito rápido, cheguei no hospital com 8cm - tava doendo, mas eu tava esperando que tivesse uns 4cm, no máximo). Com 8cm, mal deu tempo de anestesiar, tomei raqui, pari meio com dor, meio sem dor, foi tudo rápido, maridón nem conseguiu tirar foto na hora, e joaquin nao poderia estar lá nem fodendo porque ele definitivamente nao ia saber se portar, era muito novo. Tambem nao levei ele pra maternidade, porque ele nao ia entender que diabos a mae tava fazendo deitada, porque ele iria embora e a mae ficaria. Acho que seu relato é muito pertinente pra dizer que cada um tem o direito de fazer as suas escolhas e, acima de tudo, mudar de opinião no meio do caminho. simples assim.

    ResponderExcluir
  15. Que coisa mais legal Alice ter assistido! Por você e por ela!
    Certeza que essas memórias ela vai carregar pro resto da vida!
    Adorei ler seu relato!
    Bjos,
    Priscilla

    ResponderExcluir
  16. Relatos de parto escritos com humor ficam ainda melhores, uh?
    Adorei, Mari :)

    ResponderExcluir
  17. Adoro relatos de parto!
    Gostei muito do que você escreveu.
    Bjo.

    ResponderExcluir
  18. adoro relatos de partos, especialmente quando é assim, sincero e bem-humorado.
    parabéns pela calma e pela coragem de tomar novas decisões no meio da caminho!
    beijoca

    ResponderExcluir
  19. ADOREI!!!! Adoraria que a Alice participasse do meu parto... mas, infelizmente, parto vaginal, aqui, só na próxima encarnação...
    Parabéns!

    ResponderExcluir
  20. Há pelo menos um ano que te acompanho e juro que esse era o post mais esperado do blog... rsrsrs! Não sei porque mas já imaginava que seria assim!!! Adoreiiii!

    ResponderExcluir
  21. Adorei o relato do seu parto. Deve ter sido algo realmente incrível!

    ResponderExcluir
  22. Onde foi o seu parto? Será que consigo um quarto desses aqui no Rio? Claro né? Ai que medo que eu tenho de parto normal...

    ResponderExcluir
  23. lindooooo!!! amei e esperava a tempos ler o relato do parto do lucão!!!adorei,simplesmente vc arrasa até parindo criatura!hahahhaha!

    ResponderExcluir
  24. Ah vá, nem foi tão Dercy assim, pô!
    Foi super comedido, super lady.
    Então tá, mais uma identificação monstruosa contigo, nega parideira: seu Lucas nasceu no mesmo dia que a minha Clara. 30 de julho de 2010. Ele nasceu cedo. Clara nasceu a noite, após esta mãe aqui ter resistido bravamente durante 29 horas de trabalho de parto, acabando numa cesárea em função da filha ter uma MEGA CABEÇA ACIMA DE 37, que se tivesse vindo normal, talvez me impedisse de espirrar sem eliminar meu útero até o fim da vida.
    Relato demais!
    Amei!
    E que massa que a Alice assistiu! Éissaí!
    Grande beijo

    Ligia
    www.cientistaqueviroumae.com.br
    (O antigo Intensa, A Mente...)

    ResponderExcluir
  25. Meu filho nasceu no dia 23/07/2010 e tb se chama Lucas, mas aqui no Japao!

    Por aqui a possibilidade de cesarea eh so em caso de risco para mae ou bebe e a possibilidade de anestesia em parto normal eh NULA!!!

    Tanto que eu nem sei quais efeitos negativos ela pode causar, isso nunca foi discutido com o medico, simplesmente por nao existir!

    Alguem poderia me informar quais sao os ricos da anestesia???

    Obrigada

    ResponderExcluir
  26. Omg mas sera que em todos os partos ditos normais tem que cortar mulher?? e que isso me da medo...tanbem detesto dor tou consigo :P

    beijinhooo e felicidade

    ResponderExcluir
  27. clap, clap, clap

    chapeau pra vc e para Alice: adorei o ketchup na cabeca.

    amei seu relato, ri e chorei - sou besta, choro por tudo.

    nao posso falar nada sobre anestesia, pois pari de cesária e foram necessárias 8 tentativas para o anestesista conseguir me dar anestesia, quase que embarco numa cesária com anestesia geral, pois nao tinha outro jeito, no fim das contas o nenem tá aí, feliz e sadio e vc está feliz, magra, sonolenta e cantante ainda, sem traumas.

    e mande o povo que lhe contraria para a pqp

    ResponderExcluir
  28. Mari, gostei muito de ler sobre a participação da Alice. Não sabia que existiam hospitais que permitiam o acesso de crianças. Demais!
    Quanto à dor do parto, eu, honestamente, não sei como alguém consegue parir sem anestesia se não tiver uma doula. A doula pra mim foi essencial. Quando começa a doer, você tende a se desesperar - porque você sabe que vai doer mais e mais - e perde o controle. Naquela piração, a dor fica insuportável. A doula tem técnicas capazes de reverter esse processo. Pra você ter ideia, comecei a gritar mesmo só 1 ou 2h antes de Margarida nascer. Até lá, estava lidando com as contrações 1o cantando, depois respirando forte (a doula achou que eu ia hiperventilar...). Ela e meu marido faziam pressão na minha lombar que era essencial.
    Dói pacas? Com certeza. Mas eu preferi mil vezes sem. No expulsivo é quando a falta de anestesia faz mais diferença. Sentir plenamente as contrações (não, não é a mesma coisa sentir as contrações sem a dor) te conduz pra fazer a força certa. Com anestesia, Margarida poderia ter entrado em sofrimento, porque ela teve uma pequena desaceleração nos batimentos e precisou nascer logo. Emília tinha ficado mais de 1h presa no canal de parto porque mamãe aqui não conseguia trabalhar dopada...
    Detalhe: Emília pesou 3,2kg; Margô, 3,9kg.
    Bjos e parabéns!

    ResponderExcluir
  29. Amei o relato! Parabéns pela sua coragem, mesmo que tendo utilizado anestesia. Sou uma cagona e não sei se teria a mesma coragem.
    Acho que foi ótimo sua filhota ter assistido tudo, assim o parto natural não vai ser um fantasma na cabeça dela no futuro.
    Parabéns mais uma vez!
    Bjos

    ResponderExcluir
  30. que lindo!
    me emocionei (eu sim que sou uma bundona).
    sobre dores e anestesia, eu penso que cada pessoa vive a dor de uma forma diferente, meu parto foi sem anestesia, mas não vou mentir que na hora que as contrações começaram a ficar bem fortes, eu cheguei a pensar o que é que estou fazendo??? Até que com ajuda das parteiras comecei a mentalizar que o pequeno estava chegando... Não sei como fui relaxando e me deixando levar. (mas tenho a certeza mais que absoluta que se estivesse em um hospital a anestesia ia rolar ou sim ou sim).

    beijo queridona

    ResponderExcluir
  31. Mari, tava esse relato faz tempo, hein?
    Que bacana!!! Acho que sou muito parecida com vc nessa questão da anestesia, tb admiro absurdamente quem topa sem, mas pra mim não dá.
    E confesso que a minha maior curiosidade era saber como a Alice tinha assistido à tudo, e achei incrível, de uma naturalidade ímpar, e que certamente só foi possível pela traquilidade sua e de seu marido.
    Lindo seu parto!
    Um beijo

    ResponderExcluir
  32. Ai, chorei. Mesmo com o texto engraçado, chorei. E estou no trabalho, tá? Ninguém entendendo nada... Linda história! Bjks

    ResponderExcluir
  33. Oi Mari!

    Faz um ano que vejo o seu blog sempre, eu ainda estava grávida... minha bebê está com quase 9 meses e desde antes disso tudo acontecer na minha vida, eu já lia o seu blog. Nunca comentei. Mas tinha que deixar aqui registrado que o seu relato de parto foi muito bacana, além de honesto, transparente, humano e feminino.

    Eu sou muito mais cagona que você e tive uma cesárea, entendo 100% dos motivos de pedir a anestesia. De qualquer forma, são relatos como os seus que me fazem tentar o parto normal em uma próxima gravidez.

    Parabéns pelo blog.

    Beijos,
    Dani.

    ResponderExcluir
  34. Antes tarde do que nunca! Eu sempre ficava me perguntando se tinha perdido o seu relato... lindo e engraçado! Sua cara! Parabéns!!!

    ResponderExcluir
  35. Ah, como eu gosto de ler este blog, onde as mães são livres para escolher anestesia ou não anestesia, filha mais velha presente ou não, as mães simplesmente são livres! Ótimo post!

    ResponderExcluir
  36. Mari, realmente você é muito corajosa e pago um pau pra senhora!!
    Eu não tive coragem nem de ser parto normal e apelei logo pra cesária dos meu dois bebês!!!!
    Achei muito legal seu relato e se tiver um terceiro bebê quem sabe eu tente um parto normal??
    bjs

    ResponderExcluir
  37. puxa, que legal!!! E foi rápido, até!
    Quero um assim ( e olha que o meu dia se aproxima!).
    bjin

    ResponderExcluir
  38. Puxa Mari, com palavrões e tudo estou aqui com os olhos cheios de lágrima. Serão os hormônios?!,, rrs.. Sei não, mas o relato ficou lindo.
    Como você se preparou para o parto? Lendo muito sobre o assunto? Participou de grupos de gestantes ou coisa do tipo? Porque vejo que você tomou algumas decisões sobre o seu parto, tal como você já havia relato quando estava grávida, que exigem instrução, conhecimento do que se passa. POr exemplo, a ignoranta aqui não entende por que cortar o cordão só depois que ele parar de pulsar? Enfim, dúvidas de uma iniciante.
    bjos,
    Fabi (faby.rod@bol.com.br)

    ResponderExcluir
  39. Puxa!
    Entrei hoje na 36ª semana e não tinha criado coragem ainda para ler um relato de parto. Confesso que tinha um certo medo de ficar com medo. Sabe como é? Mas, nossa, foi ótimo! Principalmente com direito a palavrões autênticos, escatologias e muito bom humor.
    Vamos ver como vou me sair quando chegar a hora...
    Abraços!

    ResponderExcluir
  40. eba, saiu esse relato!
    adorei e, olha, acho que anestesia é uma opção MUITO pessoal. Eu tb tomei e acho que não teria tão boas lembranças do meu parto se não fosse por ela.

    beju, Dercy!

    ResponderExcluir
  41. Ola,

    Ja passei por aqui algumas vezes, mas dessa vez tenho que comentar!rs

    Eu tb estava com a ideia de parto totalmente natural, e foi ate 7cm ( depois de 24horas), aguentando firme, mas quando estouraram minha bolsa, as dores aumentaram demais e pedi epidural, e ainda tive mais 10 horas de TP, ate acabar numa cesareana...aff nao eh facil nao ne?

    Isso so tem 1 mes e ainda estou me recuperando do trauma!

    Gostei do seu relato. Humorado e realista :)

    bjao e Parabens pelo blog bem feito!

    ResponderExcluir
  42. Muito bom Mari, adorei teu relato! Com certeza foi mega importante a Alice ter assistido, pelo momento para a família e por ela, para ela aprender que é algo natural mesmo. Demais. Parabéns!
    bjos
    Sarah
    http://maedobento.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  43. Caraca... caí na besteira de ler esse post no trabalho. Pensa... eu rindo demais... não prestou.

    ResponderExcluir
  44. Cheguei aqui através de um post que vi no FB, de uma amiga que é fã do seu blog. A-MEI esse relato, e A-MEI suas considerações sobre a anestesia. Vc é o exemplo de que nem sempre a anestesia vai atrapalhar. No seu caso, ajudou a te conectar mais com seu corpo e seu parto, sem perder o controle de tudo.
    Pra quem perguntou sobre as contra-indicações da anestesia. O maior problema é que a mulher perde totalmente o controle e a autonomia do parto, e vai ser submetida a diversas intervenções como episiotomia e parir deitada, que reconhecidamente é a pior posição que existe pra se parir. Além de ter que fazer força dirigida pelos médicos, e não pela necessidade do seu organismo. Mas a anestesia da forma que foi aplicada nesse parto do relato, parece realmente ter vindo muito mais pra ajudar do que pra atrapalhar.
    Enfim, adorei, adorei. Ainda mais a participação da filhota mais velha. E que esteja surgindo aí mais uma defensora da humanização do nascimento... quem sabe ela não vai fazer medicina e ser uma obstetra humanizada. ;-)

    ResponderExcluir
  45. amei, amei, amei!!!

    comentário sem comentários, demaisss!!!

    ah!!! e obrigada Renatinha por fazer nossa amiga escrever sobre o parto!!!

    ResponderExcluir
  46. Lindo post, Mari! Mternidadereal é isso aí! Bjs., pros 3!

    ResponderExcluir
  47. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  48. Demais!!! Lindo ver relatos de outros partos! Eu nunca tive medo de parir porque minha mãe teve quatro filhas de normal (sendo duas delas gêmeas), embora com anestesia. Ela sempre tirou sarro daquelas cenas aflitivas de mulheres parindo em novela!
    Daí, sempre tive pra mim que herdaria a genética e teria parto normal, mas com anestesia. Sem medo de ser feliz. E assim foi. Não li muito a respeito, não fiz plano de parto, não imaginava de outro jeito. Hoje, com muito mais conhecimento de causa, eu admiro demais essas mulheres que tem natural e ainda em casa! São phoda!
    E amei isso da irmã mais velha participar da ação em si!
    bj
    Rê Senlle
    http://umavidamaisordinaria.blogspot.com

    ResponderExcluir
  49. Acho o site ótima, pois também sou uma mãe sem prática! rs. E queria ter me dado ao luxo de poder escolher com anestesia ou sem. Mas como a gravidez me pegou de surpresa, tive que apelar ( e rezar) para o sus, então foi tudo natural. Foi beeeeeeeem pior, já que na época eu mal tinha completado meus 20 aninhos e não queria estar parindo e sim curtindo! rsrsrs.

    ResponderExcluir
  50. o meu foi sem anestesia e goxtei, quero sempre assim, mesmo que ele tenha nascido com seus mais de 4kg acho que foi fácil, cheguei no hosp as 18h com 5 dedos de dilataçao e com pouquissima dor, só fui pq o intervalo das contraçoes estavam perfeitamente de 2 em 2 minutos :) hehehe as 21:35 tinha meu gordinho no colo.

    agora um sonho foi teu quarto, queria ter o (a) proximo (a) num quarto assim e queria MUITO que o luquinhas pudesse assistir, seria perfeito. torcemos!

    ResponderExcluir
  51. Mari, sabe que sou sua fã, né? Porque você consegue expor as suas escolhas sem ofender a nenhum dos lados. Acho importante, sim, mostrarmos que existe essa coluna do meio, e que no fundo, a melhor escolha é aquela que é feita de forma consciente, baseada em muita informação e naquilo que você acha ser melhor pra você.
    Seu post está lindo, emocionante, perfeito. Adoro relatos de parto, sempre choro.
    Beijos beijos

    ResponderExcluir
  52. Mari, adorei e me inspirei para ter minha mais velha no meu próximo parto (que planejo em casa para evitar uma auto auto sabotagem, entre outros motivos).

    Adoro o seu texto anterior tb (o divagações sobre parto)!

    Beijos,
    Nine

    ResponderExcluir
  53. Queria ter lido a versão desbocada. rs

    Muito legal ler relatos bem humorados! Acho que o humor e leveza são peças chaves para a maternidade e a vida.

    Você teve um belo parto, "meio humanizado", que na verdade eu diria que foi humanizado sim, mesmo não sendo natural.

    Beijos!

    ResponderExcluir
  54. Imaginei cada momento e tô começando a pensar neste modal de parto "meio humanizado" acho que sou como vc, odeio sentir dores. Se for da vontade de papai do céu e se aqui onde moro existir hospital com essa opção que venha o segundo rebento.
    bjos!

    Passa lá no meu blog: maededudu.blogspot.com

    ResponderExcluir
  55. Demorou o relato do parto foi? Que BOM pra mim!!! Cheguei aqui na sua pagina e me dei de cara com o tema que eu estou mais do que viciada em ler!
    Estou com 36 semanas, entao voce deve imaginar a ansiedade da pessoa em parir. A-D-O-R-E-I o seu relato, acho que acima de qualquer julgamento entre certo ou errado esta a sinceridade. E senti ao ler o seu relato. Quero tambem um parto super humanizado, mas nao sei o que é isso até que chegue o momento X. Espero nao optar por interventos, irei até o meu limite, mas nao terei vergonha de ser sincera como voce foi consigo mesma e com nos leitores/seguidores. Vou jaja ler o outro post, que vi que voce comentou! Ah e ler outros mais que possam ser uteis para a minha nova carreira de mae! Beijinhos, fico aqui, no cantinho, te seguindo :)

    ResponderExcluir
  56. Eu não me canso de ler esse relato. É divertido e super real, a dor, a anestesia, a Alice vendo tudo, muito legal. Talvez escreva o relato do parto da minha pequena um dia, afinal o blog é sobre ela e a sua chegada foi sensacional. Obrigada pela solidariedade lá no blog. Precisei contar o que estava acontecendo, estava aflita, mas sabia que iria se resolver de alguma forma. Enfim temos em vista uma solução e espero que dê certo. A vida é assim mesmo, as vezes vira uma m*, mas depois tudo fica bem. Obrigada mais uma vez e bjs.

    ResponderExcluir
  57. Mari,

    Seu relato não poderia ser mais inspirador pra mim. Eu sempre fui fraca com esse negocio de dor, mas no primeiro parto eu morava na Australia, participava de listas de parto na internet e acabei me empoderando. Acreditei tanto que não respeitei meu limite e fiquei traumatizada. 50h de dor, menino de mais de 4kg, posição encalacrada pra sair, terminei com epsio e extrator a vacuo. Nunca mais. Natural é lindo, mas não é pra mim, infelizmente.

    Acontece que estou gravida de novo e agora não me canso de pensar como essa criança indefesa vai sair daqui de dentro. Trauma é trauma. Sempre li coisas horriveis que podem acontecer qdo a gente pede epidural, mas eu tentei o natural e meu filho nasceu roxo. Então, o que é certo? O certo é eu encontrar coragem pra dar a luz de novo, me sentir bem sem me matar de tanto sofrimento, né não? Então desta vez, estou convencida que a epidural é minha solução. E seu relato me deixa mais tranquila com minha decisão.

    Obrigada e boa sorte pra mim! :D

    Beijos,

    Lu
    http://nicolandoporai.wordpress.com/
    http://www.lalelilolu-illustration.com/

    ResponderExcluir
  58. Cada um é cada um... Fiz duas cesareas e adorei! Que bom receber meus filhos sem dor. Para mim parto normal é cesarea mas nada contra quem tem de outra maneira!!! Bjs, seu blog é otimo!

    ResponderExcluir
  59. Eu amei esse relato, já estou com 32 semanas estava meio desesperada sem informações suficientes de como é um parto. Parece que agora tudo faz mais sentido na minha cabeça, e enquanto eu lia o Lucas ficava mexendo muito muita dentro da barriga, deu pra perceber que ele também gostou *-*
    Vou ler todos os posts antigos e os que ainda virão.
    Bjs

    ResponderExcluir
  60. Ai gente,ri muito!Quando se passa por situação semelhante fica mais engraçado ainda!Muito bom!

    ResponderExcluir
  61. Senhorita citada no relato de parto do João! Passa lá!

    ResponderExcluir
  62. Acabei de descobrir o seu blog procurando informações sobre parto normal!!!!
    Aí que medo, não da dor, mas dos pontos!
    E se eu não puder ter normal e tiver que ser cesaria... Que pânico!
    Obrigada pelo relato e pela coragem
    Thatiana

    ResponderExcluir
  63. Fantástico seu relato!

    ResponderExcluir
  64. Como eu queria que esse relato fosse meu! Exatamente como desejo, mas como parece q não vou conseguir.. 40 semanas e 3 dia e...nenhum sinalzinho!! :(
    Muito bacana, incluindo os palavrões!! Hehehe
    Muita saúde pra vcs todos!!
    Ainda aqui na torcida pelo meu parto normal!!

    ResponderExcluir

Related Posts with Thumbnails