terça-feira, 17 de janeiro de 2012

:: De como eu deixei de usar óculos



Desafiante 1: menina, 4 anos

Missão: Convencer mamãe (4 graus de miopia) a usar lentes de contato

Estratégia: sutileza elogiosa

Puxa mamãe, você fica tão linda sem óculo, TÃÃÃO LINDA! Você não devia usar óculos, mamãezinha. *beijinho, beijinho* Olha, sem óculos você parece a Bela! *beijinho, agradinho* Porque você não usa lentes, hein mamãe? Olha que linda sem óculos! *abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim*

Status: FAIL


***


Desafiante 2: menino, 17 meses

Missão: Convencer mamãe (4 graus de miopia) a usar lentes de contato

Estratégia: óculos? que óculos? ESSES óculos? Ah tá, peraí...




Status: MISSÃO CONCLUÍDA COM SUCESSO


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

:: Tô (picarateando) no MMqD!


Tem coisa que grita mais FÉRIAS do que reblogar posts antigos?

Eu já esgotei esse recurso aqui no PeqGuia, mas sempre posso ser picareta e reblogar na casa dazamiga, né não?

Então tô lá no Minha Mãe que Disse contando sobre como eu virei a minha própria mãe.

Justo na semana em que ganhei a minha primeira revirada de olho, vejam vocês. Fui dar uma exibidinha básica nos atributos da minha filha, Lila, mostra pra ela aquela sua requebradinha!, e ganhei foi o velho golpe dos olhos que se reviram e miram o teto, acompanhados de um suspiro profundo. Ou, para bom entendedor: Ai-meu-saco, mãe. Cai fora.

É. Pois é. Justo eu, a rainha da reviradinha de olho, tomei uma dessas da cria de 4 anos (achei que seria só aos 14, tolinha). Aqui se faz, aqui se paga.


O post é de maio de 2009, e tá aqui, ó:



sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal, folks!



(Via Minha Mãe que Disse, aquelas lindas!)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

:: Exclusivo: Palmirinha é adepta do créu na cozinha


Juro que é a última vez que eu falo da Palmirinha.

Mas vejam só: dá pra não amar uma senhorinha que te manda DAR UM CRÉU no marido em plena cozinha, enquanto a massa cresce?


Sabe tudo, a velhinha.

GO, PALMIRA! \o/




(recomendo lencinhos)



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

:: Do meu portfólio natalino


Daí que estou trabalhando no Especial de Natal do UOL, né?

Essa coisa de estar na mídia deixa a gente cheia dos pequenos poderes, aí bate um senso de responsabilidade social e a gente resolve fazer o bem. Fazer o bem, em pequena escala, significa botar livros do Leboyer ou sobre parto humanizado como sugestões de presente de Natal, divulgar a Cia. das Mães , recomendar os livros do senhor Grávido e um DVD do GAMA sobre amamentação, ensinar a criançada a fazer arte com sucata e botar blogueiras talentosíssimas como pauta.

Tipo essa moça aqui embaixo, ó.

Que além de ser uma companhia ótima ainda me ensinou a usar esse batom vermelho bafônico do vídeo para ir ali, com se nada fosse. Grande Cinthya!





(se o vídeo não abrir, tente esse link)



Vou publicando outras coisinha aqui de quando em quando, tá? Quem quiser fuçar mais, a página do Especial de Natal tá
aqui.



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

:: Do Céu ao Inferno em 5 passos



1. Domingo, 8 da noite. Caçulinha está de banho tomado e pijaminha azul, zanzando no seu quarto. A mais velha brinca de ofurô na banheira. Tudo na mais santa paz, e você até acha que hoje essa criançada vai dormir cedo e vai dar para rolar um chicachicabum ver um episódio de House inteirinho, ou até dois.


2. Numa fuçada rápida de email, você recebe um positivo muito esperado de uma amiga muito muito muito querida. E fica louca e sai aos pulinhos e dá voltinhas pelo quarto gritando Uh-Tererê! (quase).


3. Depois de uns 12 segundos de utererê você olha em volta e se dá conta de que não faz a mais puta ideia de onde foi parar o doce bebezinho enpijamado. Opa?


4. Lá do banheiro, mocinha grita MÃE-CORRE-AQUI-VEM-VER-O-LU!!!


5.
Uh-Tererê!



***


Pra quem andou me perguntando por onde eu ando nessa vidinha de moça profissional, apresento um dos meus novos filhinhos:


(diquinha boa para ocupar os petizes em um dia chuvoso, enjoy!)


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

:: Das parecenças dessa vida


Estava eu naquele momento meio embaraçoso de escovar os dentes no banheiro da firma, quando essa mocinha simpática vira pra mim e diz:

- Descobri com quem você parece! Eu tava tentando lembrar...

E eu respondo simpaticamente para a mocinha simpática:

- Com quem, com quem?



*PAUSA PARA REMINISCÊNCIAS DA INFÂNCIA*


Quando eu era criança cismei que parecia a Malu Mader. Acho que foi minha mãe que disse, e eu acreditei, coitada. Era por causa das sobrancelhas grossas, que pareciam uma maldição até surgir Malu, grande Malu! De modo que sempre que alguém me falava: "você parece aquela atriz...", eu toda prosa pensava na Malu Mader. Verdade que quase sempre a pessoa completava assim: "... a Mayara Magri!", mas ok: sobrancelhas com um pouco menos de glamour dava a Mayara, que não é nenhuma Malu mas também é muito digna, ué. Mais tarde eu virei, dizem, uma cópia da Marina Person, e como eu trabalhava na MTV, as pessoas tinham certeza que eu era irmã dela. Ok, super digno. Sendo então uma mistura de Malu Mader (né mãe?), Mayara Magri e Marina Penson, tô felizona, tô pitéu, tô no lucro.


*DESPAUSA*



Então mocinha ia dizendo que eu parecia com alguém, e eu ("Malu Mader? Marina Person? Hein, hein?") fiquei esperando ela completar o raciocínio - com altas expectativas, notaram?

E ela completou assim:

- A Grace Gianoukas!


HAHAHAHA!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! Ataque fulminante de riso (riso interno, porque eu não queria fazer a louca ali no banheiro com uma mocinha que, embora simpática, era uma semidesconhecida).

OH-MY-GOD!



Prazer, Malu Mader


Prazer, Grace Gianoukas


E não é que é verdade mesmo?

É que somos todas brimas, eu, Grace e metade (a feminina) do oriente médio. Tem a ver com uma coisa árabe que pula da cara da gente e que não é feita só de sobrancelhas grossas, mas de olhos enormes e desse arzinho de "somos malvadas" (mesmo quando não somos, meu caso), por causas das sobrancelhas que se arqueiam quando a gente menos espera - tão vendo essa cara da Grace na foto? Eu faço igualzim, e 99% das vezes é sem querer... Eu achava que a arabicidade (?) da pessoa se definia pelo nariz, mas não. Eu, que puxei o nariz non-árabe do papai, continuo sendo reconhecida como brima a anos-luz de distância. Ou a centímetros, sob luz fria, com uma escova de dentes enfiada na boca. Ascendência é destino, minha gente.

E eu adoro, que fique claro. Adoro ter cara de árabe, acho tão misterioso, tão exótico, tão assim, Sherazade, sabe?, com muito ôro, muita riqueza e muitos véus? Eu acho chique. O que me fez rir foi que, ascendências, sobrancelhas e narizes à parte, eu me divirto tanto, mas TANTO com a minha autoimagem delirante, que benza deus, viu? A pessoa acreditar no julgamento da própria mãe e se achar A CARA da Malu Mader é muito amor, né? Terapia pra quê?

Ah, e além de me achar a cara da Malu eu também quero aproveitar o momento e declarar que acho a minha filha A CARA da Ana Paula Arósio misturadinha com a Brooke Shields. Mas terei a fineza e a prudência de não dividir essa opinião com ela, porque né?

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