quarta-feira, 13 de maio de 2009

:: Sobre o dia da mãe


Falei ali embaixo que virei a minha mãe, mas esqueci de enfatizar: com muito orgulho! Minha mãe é legal demais e fez um ótimo trabalho com a gente, por mais que eu fizesse questão de dizer o contrário quando era mais nova e sem filhos (até... ontem? God, como passa rápido!)

Pois ontem, 12 de maio, foi aniversário dela.  Assim, bem colado no dias das mães (e muitas vezes a data bateu em cheio), de modo que eu, pilantra, só dava um presente, quando dava - e agora, claro, isso me soa IMPERDOÁVEL. Mãe é mãe, gente, não se pode picaretear com elas, NUNCA! Fica a lição. E Lou querida, vou te mandar um presentinho parisiense bem chique pra compensar as minhas faltas anteriores, tá?

Parabéns, gordinha querida!

(gordinha agora é a neta, a vó é enxutona, tá meu bem?)

E pra aproveitar o gancho do dia das mães, volto rapidinho no assunto do post lá embaixo... 

Eu nunca fiz o tipo "mãe por vocação". Nunca tive certeza se queria ser mãe e nem acho que toda mulher deve necessariamente passar pela experiência, como se a maternidade viesse embutida no pacote. Não vem. Ter filhos é uma escolha, como tantas outras. 

Mas: cada vez mais me convenço que ser mãe é o que mais aproxima a gente das nossas próprias mães. É quase uma obrigação moral que temos com elas, sério. Porque eu precisei virar mãe pra entender a minha, e admirá-la ainda mais. Foi como entrar na pele dela e experimentar uma percepção completamente diferente das coisas. Pra mim, está sendo incrível essa mudança de perspectiva, e o fato de eu estar redescobrindo a minha mãe. E para ela, ter uma neta parece a coisa mais maravilhosa do mundo. Ela vira uma purpurina cintilante toda vez que fala da Alice, donde concluo que sim, as escolhas são pessoais e cada um é cada um, mas AI DE ALICE se não quiser me dar um neto!


16 comentários:

  1. Faço minhas suas palavras: "Porque eu precisei virar mãe pra entender a minha, e admirá-la ainda mais."
    Beijos e parabéns atrasado!

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  2. Mari, minha mãe não chegou a conhecer a Helena, mas eu lembro dela todos os dias, quando repito sem querer as coisas que ela dizia e fazia. Virei minha mãe, com muito orgulho!

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  3. é isso.
    e até fiz um post sobre o assunto ontem :D

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  4. Ai ai viu, coisa mais linda isso tudo que você escreveu.
    Mesmo não tendo filhos, vou procurar e amar mais minha mãe principalmente porque tive somente 17 anos de convívio com ela.
    Obrigadíssima pelo toque :D
    E estão lindas na foto, como sempre.
    Beijaço!

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  5. Olá! Acabei de desembarcar no seu blog. Esse seu post casa bem na frase super verdadeira que ouvi uma vez: "A gente só aprende a ser filho quando se torna mãe. E só aprende a ser mãe quando se torna avó".
    A segunda parte, eu não sei bem, mas a primeira é bem verdade!!
    Bjos
    Cláudia

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  6. Filha querida,
    você sempre me deu presentes lindos, todos os dias: sua alegria meio moleca, seu amor às vezes escancarado, às vezes disfarçado de crítica e conselho, seu otimismo a desbancar minha ansiedade. Trouxe pra perto de mim um genro afetuoso, inteligente e sensível, facilitando o meu difícil aprendizado de ser sogra (eta papel difícil, tão marcado por estigmas...). E mais recentemente, este presente maior chamado Alice, essa figurinha carimbada, que renovou meu amor pela vida!
    Não há loja em Paris e em lugar nenhum do mundo onde se encontre presentes melhores.
    Seu texto me emocionou e me encheu de orgulho, neste dia de aniversário.
    beijo, saudades muitas,
    Dinha

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  7. Lindo seu texto e liiiiiiinda a resposta de mamy! Ai gente, eu sou sensível, isso não se faz...to chorando aqui sozinha...
    beijinhos pras duas! ops, pra Alice tb!! rs!

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  8. Que bom achar alguém que pensa como eu! Que nem toda mulher precisa ser mãe pra se realizar! E ainda acho que nenhum amor é incondicional, nem mesmo de mãe e filho(a).

    E a maternidade, com certeza, me faz apreciar e entender minha mãe. Não exatamente concordar com ela mas apreciar e admirar, sempre!

    E que máximo a resposta da sua mãe! : )

    bjs

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  9. ser mãe é maravilho e eu tb não sou por vocação não. mas acho que toda mulher merece ser mãe e ter essa experiência, se quiser, é claro.
    e sua mãe é enxuta mesmo. e eu tb quero ter netos! hehehe

    e a Naomi ganhou uma saruel. êeeee.

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  10. ah, eu ainda tô aprendendo e usar o wordpress. mas amigos meus disseram que é mais ou menos assim: digamos que o Blogspot é um PC e o WordPress um Mac. Entende?

    Beijooo

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  11. Mari,
    parabéns pra vc que é uma mãe maravilhosa e que me ensina muuuuuuuuuuuuuito! E me mata de rir sempre!
    Bjocas

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  12. Oi, Mari,

    Vou engrossar a babação de ovo das leitoras... Lindo post! Aliás, fiquei fã (também) da sua mãe desde o primeiro comentário que ela fez por aqui. Inclusive, ainda me candidato à adoção (minha mãe que NUNCA visite esse blog! haahha).

    Daí que meu pensamento cartesiano me faz imaginar: sua mãe é incrível, você chega ao ponto de dar conselhos a essa mulher incrível e cria Alice... Alice, então, vai ser o quê? A mulher mais incrível do mundo?! Aguardemos o óbvio! :o)

    Ah, querida! Agora nossa relação pode ficar menos injusta. Você também pode saber um pouco sobre mim: hemisferionovo.blogspot.com

    Muuuitos beijos!

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  13. eu comecei a reproduzir minha mãe logo que casei. agora eu a entendo perfeitamente!

    bjos

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  14. linda homenagem, lindo comentário da tua mãe!
    agora, veja se reparei bem, alice, você e sua mãe são suuuuper parecidas???
    bj

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  15. Passando para deixar uma dica para roupinhas da Ovo - www.familiaovo.com Vocês vão adorar

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